2 comentários:
De Rain a 30 de Maio de 2007 às 17:39
Confesso que começo a achar que isto tem tomado proporções anedóticas. Serem recebidos pelo papa porque a filha foi raptada quando eles a deixaram sozinha em casa? (Que acontece aos que não acreditam em Deus? Os filhos não têm direito a retornar porque eles não rezam?). Por mim, até podiam ficar por lá... o chato era ver o Bento XVI todos os dias porque se Deus é o bem, aquele homem tem mesmo cara de mau! Eu também acredito em Deus, mas é muito à minha maneira e a igreja e o Vaticano não fazem definitivamente parte desse meu plano.

Enfim... gostava que deixassem a polícia fazer o trabalho dela e que deixassem vir uma ou outra notícia interessante para variar.
De Pedro Freitas a 11 de Junho de 2007 às 15:49
Bem, a teu pedido, cá vai.

A meu ver, a oração de petição tem duas facetas (que são, digamos assim, duas faces da mesma moeda). Primeiro, a de darmos a Deus a parte que nós não podemos fazer e só ele (sim, "ele" com minúscula, o resto é provincianismo), não no sentido de prestarmos vassalagem, mas de lhe darmos licença para intervir - pois que, depois da criação, e como dizes, a liberdade humana é uma coisa bonita. Segundo, o de nos dar a satisfação psicológica de que nem tudo depende de nós, e que há alguém a encarregar-se do resto.

Se funciona ou não, isso depende. Depende do que pedimos, e depende do que o resto da humanidade já fez para impedir o nosso pedido (no caso Maddie, o rapto e as eventuais redes de pedofilia).

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